Contos eróticos – O ex-colega e o novo professor

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Contos eróticos – O ex-colega e o novo professor

Por: Sexandpepper
Era uma manhã de quarta-feira, ainda estava bêbada de sono, mas fui pra faculdade. Erroneamente estava achando que a minhas quatro aulas de patologia iam ser uma chatice.
Tomei o meu copo duplo de café habitual, vesti o jaleco branco e fui para o laboratório. Logo, percebi que estava enganada…
Me sentei em frente ao microscópio, distraída em meus pensamentos, quando entrou na sala o novo professor. Que me encantou pela simpatia logo de primeira. Ele não é muito alto, nem muito forte, mas é gostoso e bonito…
Logo começou a falar em hipertrofias e atrofias…Todo mundo riu quando ele disse: “Gente, se não usar atrofia!”Ele estava falando do cérebro, mas eu pensei em outras partes do corpo. Acho que até enrubesci.
Ou seja, o professor de Patologia, me cativou pelas duas características que mais aprecio nos homens: a inteligência e o bom humor. Ele é muito divertido. Te deixa muito á vontade.  Assim, os meus pensamentos também ficaram bem à vontade.
Logo lançou outra pergunta: “Mulheres, vocês preferem os homens hipertrofiados (aqueles que malham, musculosos, de barriga tanquinho) ou preferem aqueles que têm os calos sexuais (a barriguinha de cerveja)?”
Ele não é uma coisa nem outra. Para dizer á verdade, me lembrei da noite anterior em que gozei sei lá quantas vezes me masturbando com o pensamento em um ex-colega de trabalho que estou prestes a reencontrar para uma trepada sacana. Meu ex-colega, tem esse “calinho sexual” e é extremamente sexy. Defini, mentalmente, a minha resposta: gosto de homens naturais, que gostam de tomar cerveja e se divertir, que comem churrasco e têm coisas muito mais importantes para se preocupar do que cultivar músculos. Acho que são mais felizes, e consequentemente, as suas parceiras, também.
E assim, durante a aula fiquei dividida entre impressionar o professor gatinho e meus pensamentos indecentes em relação ao meu futuro affair. Foi difícil, entre uma lâmina e outra, uma definição e outra, meu pensamento beirava ao pecaminoso. Desejo pegando fogo…
Meu olhar cruzou sim, com o do novo professor durante a aula. O que me deixava mais excitada. Acho que ele jamais vai imaginar o que eu pensava…Ou talvez, até imagine, pois “me pegou para Cristo em várias situações” sempre usando exemplos um tanto quanto eróticos.
Graças á sua competência, todo mundo compreendeu bem rápido a matéria e ele nos liberou dez minutos antes do intervalo. Quando estava saindo, um colega lhe perguntou sobre queimaduras…Eu tenho uma no braço, já de um tempo atrás. Ele reparou. Me pediu que me aproximasse e tocando meu braço e passando os dedos pela lesão, esclareceu o colega. Aquele toque foi determinante para o que aconteceria a seguir.
Pensamento a mil…Fui ao banheiro que ainda estava vazio. Lavei o rosto, mas não foi suficiente para atenuar o tesão que me consumia feito brasa. Entrei em um dos banheiros, abaixei a tampa do vaso, as calças jeans e a calcinha. Fechei os olhos e comecei a me tocar…

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Ainda com medo que alguém pudesse desconfiar o que estava acontecendo. Aos poucos, fui entrando num êxtase total. Primeiro, imaginando um pau bem gostoso na minha buceta. Logo, já estava imaginando algo bem mais quente! Naquele cubículo, pensei no professor, eu e meu ex-colega fazendo peripécias bem safadas. Ás vezes abria os olhos e os via ali, primeiro o meu ex-colega metendo bem fundo na minha buceta carnuda enquanto eu chupava o gatinho do professor. Quanto mais forte um estocava mais eu engolia o pau do outro. De olhos bem fechados, era capaz de sentir o gosto, o cheiro e o calor do corpo deles colados ao meu. Abria os olhos novamente, e me via sentada no pau do professor, rebolando bastante enquanto chupava o outro. Minha buceta estava tão molhada que chegava a sentir meu gozo escorrer pelas pernas. Queria gemer, mas não podia…Engoli meu gozo frenético, já imaginando que os dois se revezavam em beijos pelo meu corpo…Um chupava meus peitos fartos enquanto o outro fazia momentos circulares com a língua em volta do meu clitóris e depois trocavam…Quase delirava…
O barulho de passos ainda ao longe me trouxeram de volta para onde eu estava: o banheiro da faculdade, quase nua, ensopada de tesão…Mas eu precisava gozar. Continuei estimulando meu grelinho com os dedos, em silêncio, até quase perder os sentidos. Gozei muito gostoso e foi impossível evitar um “ahhhh” escapando entre meus lábios.

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Ainda me dei um minuto para que meu coração desacelerasse. Quando abri a porta já haviam várias pessoas no banheiro. Achei que todas estavam me olhando. Mas que se danem! – pensei.
Lavei as mãos e novamente o rosto – que estava bastante corado. Respirei fundo, tomei um gole de água e saí feliz da vida em direção ao laboratório.
O professor já estava lá, sentado na mesa, com seu jaleco branco, a camisa pólo lilás com os botões displicentemente abertos, uma calça jeans justa evidenciava seu pênis e uma caneta nas mãos. Eu o olhei, de cima a baixo, ele retribuiu. Pensei comigo: “Ah, se ele soubesse!!”
Me sentei e peguei o celular nas mãos, louca para contar ao meu outro motivo de desejo, o ex-, o que fiz. Me contive. Achei melhor, contar a ele com todos os detalhes sussurrados no seu ouvido.

 

 

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